Boa tarde, queridos irmãos!
Em virtude da série de decretos publicados pelo Governo do Distrito Federal com medidas adotadas para a contenção do avanço da COVID-19, informamos que fechamos o CELST POR TEMPO INDETERMINADO, portanto, não haverá atividades em nossa casinha até que seja seguro estarmos todos juntos novamente.
Unidos em oração, com os pensamentos voltados para o Cristo, criando e oferecendo positividade e vibrações amorosas de harmonia e cura para nossa cidade, nosso país e para o mundo inteiro, vamos vencer todas as dificuldades!
Deus abençoe a todos!
Paz e bem!
"Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más " (O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XVII, item 4)
domingo, 15 de março de 2020
terça-feira, 25 de fevereiro de 2020
domingo, 6 de março de 2016
PALESTRAS - MARÇO E ABRIL/2016
MARÇO
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Dia
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Tema
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Responsável
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07
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ABANDONAR PAI, MÃE, FILHOS
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TEREZINHA DE JESUS
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14
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CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ
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FRANCISCO
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21
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AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E AO PRÓXIMO
COMO A SI MESMO
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VOLNEY
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28
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SE ALGUÉM TE FERIR NA FACE DIREITA
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MARCELO
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ABRIL/ ANIVERSÁRIO DE CHICO XAVIER
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Dia
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Tema
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Responsável
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04
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CHICO XAVIER, O HOMEM
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FRANCISCO
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11
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CHICO XAVIER, O MÉDIUM
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MARCELO
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18
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CHICO XAVIER, VIDA E OBRA
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TEREZINHA DE JESUS
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25
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CHICO XAVIER, “CAUSOS”
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ELIZABETE LACERDA
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domingo, 21 de fevereiro de 2016
Notícias
19/02/2016 09h53 - Atualizado em 19/02/2016 09h55
Nota da AJE-Brasil sobre o vírus zika e a microcefalia
1. A AJE-Brasil (Associação
Jurídico-Espírita do Brasil) posiciona-se contrariamente à proposta de
se estender as hipóteses de aborto legal às mulheres grávidas infectadas
pelo vírus zika, como forma de se evitar o nascimento de crianças que
possam vir a sofrer de microcefalia, como vem sendo reivindicado por
parcela da imprensa e da sociedade civil. E assim o faz por diversas
razões:
• o aborto é contrário ao fundamental
direito à vida e encontra suas excepcionais hipóteses previstas
restritivamente em lei e num específico caso de construção
jurisprudencial;
• a microcefalia não é incompatível com a vida, embora possa acarretar deficiências, tal como sucede em diversas outras síndromes;
• a autorização para a prática do aborto com base em mero prognóstico é medida que afronta a leitura restritiva que há de ser feita das hipóteses legais de abortamento;
• a autorização para a eliminação da vida como modo de se evitar o nascimento de criança com deficiência é medida de eugenia que contraria os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da solidariedade.
• a microcefalia não é incompatível com a vida, embora possa acarretar deficiências, tal como sucede em diversas outras síndromes;
• a autorização para a prática do aborto com base em mero prognóstico é medida que afronta a leitura restritiva que há de ser feita das hipóteses legais de abortamento;
• a autorização para a eliminação da vida como modo de se evitar o nascimento de criança com deficiência é medida de eugenia que contraria os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da solidariedade.
2. Por outro lado, a AJE-Brasil apela às
gestantes que tenham sido infectadas com o vírus zika para que mantenham
a gravidez e recebam seus filhos com amor e dedicação, ainda que
acometidos de alguma deficiência.
Compreende-se a dor e a aflição da
gestante e do pai diante da notícia de um possível diagnóstico de
microcefalia do filho, o que lhes exigirá a superação do equívoco de que
apenas as vidas perfeitas valem a pena ser vividas; e lhes despertará
para o intenso amor que demanda maior dedicação e entrega à delicada
criança, numa experiência de singular sensibilidade.
3. Ademais, diante do aumento de casos de
crianças com microcefalia, a AJE-Brasil concita a sociedade brasileira
como um todo, e os poderes públicos, em particular, a adotarem
providências que garantam o necessário apoio material e moral às
gestantes e seus companheiros, para que bem possam levar a termo a
gravidez. E também a adotarem providências efetivas que garantam a
atenção e o desenvolvimento das crianças com deficiência.
Cabe ao Poder Público, em suas três
esferas de ação e de acordo com as atribuições constitucionais de
competências, fortalecer, com urgência, a rede SUS para acolher as
gestantes infectadas pelo vírus zika, garantindo-lhes pré-natal e parto
com as especificidades inerentes a tal situação, bem como assegurando às
crianças que vierem a nascer com eventuais deficiências decorrentes de
microcefalia, por meio de eficiente Rede de Apoio Psicossocial,
atendimento médico, psicológico, terapêutico e fonoaudiológico
necessários e efetivos, a tempo e modo, de maneira a lhes assegurar, em
sua máxima potencialidade possível, seu desenvolvimento físico, mental,
moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade.
4. Por fim, a AJE-Brasil convoca os
órgãos do Movimento Espírita brasileiro (entidades federativas,
entidades especializadas e centros espíritas) e aos espíritas em geral, a
organizarem programas e serviços assistenciais voluntários destinados
ao acolhimento emocional e espiritual das gestantes que tiverem sido
infectadas com o vírus zika, bem como ao pleno desenvolvimento físico,
mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de
dignidade, dos filhos que vierem a nascer com eventuais deficiências
decorrentes da microcefalia.
5. A AJE-Brasil reitera sua convicção de
que a defesa da vida humana – qualquer que seja sua condição física ou
mental –, a empatia diante do sofrimento alheio, o acolhimento fraterno
às pessoas que enfrentam dificuldades em suas trajetórias existenciais e
a dedicação solidária ao próximo são lições consagradas pelo
Cristianismo e adotadas pela Doutrina Espírita codificada por Allan
Kardec, mas que caracterizam todo ser humano, independentemente de
denominação religiosa ou ausência de religião, como reverência à
dignidade humana e como expressão de incondicionado amor ao homem,
perfeito ou não.
Brasília, fevereiro de 2016.
http://www.febnet.org.br/blog/geral/noticias/nota-da-aje-brasil-sobre-o-virus-zika-e-a-microcefalia/
domingo, 23 de agosto de 2015
Antonio Cesar Perri de Carvalho
31/10/2014 10h28 - Atualizado em 31/10/2014 10h32
Em Defesa da Vida
A Obra Básica e inaugural O livro dos espíritos
(em “O Livro Terceiro – Leis Morais”) apresenta teorias avançadas para a
sua época, especialmente no que concerne ao direito de viver:
“Qual o primeiro de todos os direitos naturais do homem?
– O de viver. Por isso é que ninguém tem
o de atentar contra a vida de seu semelhante, nem de fazer o que quer
que possa comprometer-lhe a existência corporal” (questão 880).
A vida tem um sentido mais profundo para
o Espiritismo – “o mais terrível antagonista do materialismo”, como
concluiu o Codificador em O livro dos espíritos (Conclusão II).
Pela ótica ampliada pelo Espiritismo,
torna-se possível a compreensão dos ensinos morais do Cristo
relacionados com o “levantamento da ponta do véu” que é a certeza da
imortalidade da alma (Introdução de O evangelho segundo o espiritismo) e do sentido amplo de “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (João, 10:10).
Como espíritos imortais – encarnados –
temos compromissos com a valorização da vida e com a qualidade de vida, a
começar pelo respeito ao próprio corpo.
“O corpo é o primeiro empréstimo recebido pelo Espírito trazido à carne” – André Luiz (Conduta espírita, cap. 34).
A vida física deve
ser respeitada desde o momento da concepção até o instante da morte
natural. Daí serem incabíveis, o aborto, a violência, o uso de drogas, a
eutanásia e o suicídio.
Da magistral obra Memórias de um suicida,
destacamos: “O que há é o desaponto, a surpresa aterradora daquele que
se sente vivo a despeito de se haver arrojado na morte! É a revolta, a
praga, o insulto, o ulular de corações que o percutir monstruoso da
expiação transformou em feras! O que há é a consciência conflagrada, a
alma ofendida pela imprudência das ações cometidas, a mente
revolucionada, as faculdades espirituais envolvidas nas trevas oriundas
de si mesma!”
Daí o papel
educativo que deve ser trabalhado pelos espíritas dentro e fora do
Movimento Espírita: “A reencarnação é o meio. A educação divina é o fim”
(André Luiz, Missionários da luz).
O respeito à vida em
todas as etapas tem sido objeto de Campanhas, intituladas “Em Defesa da
Vida”. A Federação Espírita Brasileira a implantou desde 1994. O
Conselho Espírita Internacional discutiu várias vezes o tema. A
Federação Espírita Portuguesa elaborou uma Campanha como proposta ao
CEI, que foi aprovada, e também propôs que este seja o tema central do
8º. Congresso Espírita Mundial, programado para Lisboa, para o ano de
2016.
Cultivemos e valorizemos o louvor continuado à existência corporal e à vida imortal!
“O verdadeiro homem de bem é aquele que pratica a lei de justiça, de amor e caridade, na sua maior pureza” (O evangelho segundo o espiritismo, Cap. XVII, item 3).
Acessos a páginas eletrônicas:
1) EM DEFESA DA VIDA – Portal da FEB:
2) Manifesto contra legalização da maconha:
3) CAMPANHA “AMAR A VIDA” DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA PORTUGUESA NO PORTAL DA FEB:
Livro:
Pereira, Yvonne Amaral. Pelo espírito Camilo Cândido Botelho. Memórias de um suicida, 1ª. parte. Cap. O vale dos suicidas, p.22. Brasília: FEB Editora.
Revista:
Reformador on line – edição de novembro de 2014:
Colunistas
25/06/2013 10h34 - Atualizado em 25/06/2013 10h51
As Provas e Expiações como mecanismos evolutivos
Um dos princípios da Doutrina
Espírita é a reencarnação, entendida pelos orientadores espirituais
como necessária à evolução humana, pois “uma só existência corpórea é
claramente insuficiente para que o Espírito possa adquirir todo o bem
que lhe falta e de desfazer de todo o mal que traz em si.”[1]
Para nos auxiliar no processo
ascensional, Deus nos concede o livre arbítrio, uma vez que, se o
homem “(…) tem liberdade de pensar, tem também a de agir. (…).”[2]
Podemos, então, afirmar que o ser humano é o árbitro do seu destino e
que cada escolha, independentemente das suas motivações ou
justificativas, acionam a lei de causa e efeito em qualquer plano de
vida que se situe: o físico ou o espiritual.
O uso do livre arbítrio são ações que
provocam reações, no tempo e no espaço. As boas escolhas produzem
progresso evolutivo, enquanto as escolhas infelizes geram provações ou
expiações que se configuram como mecanismos evolutivos, moduladores da
lei de causa e efeito, claramente consubstanciada no planejamento
reencarnatório de cada indivíduo. Daí Emmanuel afirmar: “A lei das
provas é uma das maiores instituições universais para a distribuição dos
benefícios divinos.”[3]
Para melhor compreensão do assunto,
Emmanuel especifica também a diferença que há entre prova (ou
provação) e expiação: “A provação é a luta que ensina ao discípulo
rebelde e preguiçoso a estrada do trabalho e da edificação espiritual. A
expiação é pena imposta ao malfeitor que comete um crime.”[4]
Percebe-se, portanto, que a prova
assemelha-se a uma corrida de obstáculos que tem o poder de impulsionar o
progresso humano. As provas sempre existirão, mesmo para Espíritos
superiores, por se tratarem de desafios evolutivos. A expiação,
contudo, representa uma contenção temporária da liberdade individual,
necessária à reeducação do Espírito que, melhor utilizando o livre
arbítrio, reajusta-se às determinações das leis divinas.
As provações podem ser difíceis, não
resta dúvida, mas, por seu intermédio, o Espírito é colocado em
situações que o afasta do estado de inércia em que ora permanece ou se
compraz, proporcionando-lhe, ao mesmo tempo, oportunidades para que
ele possa trabalhar a melhoria das suas atuais condições de vida.
Nas expiações, o Espírito vê-se colocado
prisioneiro das más ações cometidas, pelo uso indevido do livre
arbítrio. Para que não se prejudique mais, renasce sob processos de
contenção que, obviamente, produzem sofrimentos, sobretudo se o ser
espiritual ainda não consegue apreender o valor da dor como instrumento
de educação e cura espirituais.
Em O Céu e o Inferno, Allan
Kardec lança outras luzes a respeito do tema, quando explica que o
arrependimento das faltas cometidas é o elemento chave para liberar o
Espírito das provações dolorosas e das expiações. O Codificador, assim
se expressa:
Arrependimento, expiação e reparação são
as três condições necessárias para apagar os traços de uma falta e suas
consequências. O arrependimento suaviza as dores da expiação, abrindo
pela esperança o caminho da reabilitação; só a reparação, contudo, pode
anular o efeito destruindo-lhe a causa.(Grifos no original)[1]
Nesses termos, a libertação do Espírito, ou reparação,
indica ser a etapa final da expiação porque, perante os códigos
divinos, não nos é suficiente expiar uma falta, é preciso anulá-la,
definitivamente, da vida do Espírito imortal, pela prática do bem:
Perfil
Marta Antunes Moura,
coordenadora das Comissões Regionais na área da Mediunidade da Federação
Espírita Brasileira (FEB), Vice-presidente da FEB.
Referências
- KARDEC, Allan. O Céu e o Inferno. Trad. de Evandro Noleto Bezerra. 1ª ed. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2009.
- __________. O Livro dos Espíritos. Trad. de Evandro Noleto Bezerra. 2ª ed. 1ª reimp. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2011.
- XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 28ª ed. Rio de Janeiro: FEB Editora, 2008
[2] Idem. O Livro dos Espíritos. Q. 843, pág. 507.
[3] Francisco Cândido Xavier. O Consolador. Q. 245, pág. 201.
[4] Ibid., q. 24, pág. 201.
[5] Allan Kardec. O Céu e o Inferno. Pt. 1, cap. VII – Código penal da vida futura -, q.16ª, pág. 126.
[6] Ibid., q. 17ª, p. 12.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
INFORMAÇÃO IMPORTANTE
Informamos a todos que nos dias 13 e 16/02/2015 não haverá reunião pública no CELST, em virtude do feriado de carnaval.
Abraço fraterno!
Paz e bem
domingo, 8 de fevereiro de 2015
sábado, 8 de novembro de 2014
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
domingo, 23 de março de 2014
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